O "Esquadrão Suicida" é uma HQ de aventura e super-heróis que apareceu pela primeira vez na revista "The Brave and the Bold" n° 25 (1959). Na trama, o Esquadrão era uma unidade de operativos paramilitares que combatia ameaças superpoderosas.
Sob o comando do Capitão Richard Flag, esse “Esquadrão Suicida” era formado por soldados que concordaram trabalhar para as autoridades em missões perigosíssimas ao invés de irem para a corte marcial. Eram eles: Karin Grace, Dr. Hugh Evans e Jess Bright, além do próprio Flagg. As missões eram consideradas suicidas, daí o nome.
Durante a década de 50, o Esquadrão Suicida tornou-se uma força de elite designada para missões secretas no exterior. Logo depois da esposa de Flag morrer em um acidente de carro, ele também morreu durante uma missão contra a Roda de Guerra alemã. Seu filho, Richard Flag Jr., cresceu sob a tutela do General J. E. B. Stuart (das HQs do "Tanque Mal-Assombrado") e tornou-se Coronel da Força Aérea e líder de um renovado Esquadrão. Ao lado de Grace, Bright e Evans, o novo Esquadrão de Flag enfrentou diversas ameaças contra a segurança nacional. Após as trágicas mortes de Bright e Evans durante uma missão no Camboja, Grace sofreu um colapso mental e o Esquadrão foi dissolvido.
Em 1986, inspirado pela série de TV "Missão impossível" (1966) e pelo filme "Os doze condenados" (1967), o roteirista John Ostrander resolveu trazer, no no. 3 da revista "Legends", o Esquadrão de volta, mas desta vez não com soldados comuns, e sim com supervilões como integrantes. Foi explicado aos leitores que, décadas depois do Esquadrão original, a assessora do Congresso Amanda Waller reconstituiu a fórmula do grupo oferecendo a criminosos perdão ou redução de pena em troca da participação deles em perigosas operações secretas. Cada agente recebia uma pulseira explosiva preparada para detonar se tentasse fugir ou se tornasse um risco para a segurança. Rick Flag Jr. foi recrutado para ser o líder de campo do grupo.
Mantendo um grupo coeso de membros, o Esquadrão empreendeu numerosas missões, porém diversos operativos pereceram no caminho, incluindo Grace e o próprio Flag.
Após o terrorista Kobra desestruturar a comunidade de inteligência americana durante uma de suas tentativas de dominação mundial e de Waller ser enviada para prisão por ter desacatado o Congresso americano, o Esquadrão foi dissolvido. Mas ele foi mais uma vez revivido, desta vez como uma organização independente, pagando aos operativos um milhão de dólares por missão, mas Waller dissolveu esse novo Esquadrão pouco tempo depois.
Atualmente, a Força-tarefa X responde ao Departamento de Operações de Extranormais (D.E.O.) do governo americano que, por ordem do Presidente Lex Luthor, reativou o Esquadrão durante a Guerra de Imperiex para libertar a criatura conhecida como Apocalypse para ser usada como uma arma de destruição de massa. Shrapnel, Plasmus e Mongul II tombaram, vítimas daquela campanha precipitada.
A última versão do Esquadrão era comandada pelo General do Exército Americano Frank Rock (o popular Sargento Rock), que acreditava-se ter morrido durante a Guerra de Imperiex, e o seu segundo em comando, Bulldozer, um dos homens de confiança de Rock na Segunda Guerra Mundial, no pelotão "Companhia Moleza". Como anteriomente, o Esquadrão teve uma lista rotativa de supervilões cuja lealdade é assegurada através da injeção de nanopartículas reguladoras. Em uma recente missão, o grupo fez jus ao seu nome quando o Rei Relógio e Graúdo entre vários outros morreram em ação.
Além do Rock e Bulldozer, os integrantes da equipe eram: Pistoleiro (das HQs de "Batman"), Modem, um hacker de computador, e Havana, uma operativa com um passado misterioso.
O Esquadrão Suicida também apareceu no desenho animado "Liga da Justiça sem limites", no episódio "Task Force X". Mas a autocensura dos produtores vetou o nome "Suicida", trocando-o por "Força-Tarefa X".