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666
Licenciador:
DC Comics
País de origem:
Estados Unidos da América
Criado por:
Alex Ross
,
Mark Waid
Lista de revistas com participação de 666
Primeira aparição no:
País de origem
Brasil
O personagem 666, apresentado em Reino do Amanhã, é um dos exemplos mais marcantes do tom distópico e caótico que permeia a obra de Mark Waid e Alex Ross. Ele não possui nome verdadeiro conhecido — e essa ausência não é acidental. Como muitos dos metahumanos da nova geração retratados na história, 666 existe mais como um símbolo do estado degradado do heroísmo na Terra-22 do que como um indivíduo com profundidade psicológica.
Visualmente, 666 é uma figura intimidante: um híbrido de homem e máquina, coberto de tatuagens, piercings e mutilações, incorporando a estética agressiva e niilista da “geração perdida” de super-seres que tomou o lugar dos heróis clássicos. Seu número — “666” — reforça a carga simbólica: ele representa a violência sem propósito, a rebeldia sem causa e o colapso moral que Reino do Amanhã se propõe a criticar.
Preso no Gulag construído pela Liga da Justiça, 666 se torna peça central na rebelião dos metahumanos. Sua brutalidade é explícita, culminando no assassinato de Capitão Comet, gesto que desencadeia o conflito final entre heróis e super-seres descontrolados. A morte de 666 na explosão da bomba lançada pelo Esquadrão Falcão Negro sela sua trajetória: rápida, caótica e sem redenção — exatamente como a geração que ele simboliza.
Embora tenha pouco tempo de cena, 666 cumpre um papel essencial na narrativa. Ele encarna o extremo ao qual o mundo dos super-heróis chegou sem a velha guarda para guiá-lo. É uma criatura do caos, consequência direta do abandono dos valores clássicos representados por Superman e seus contemporâneos. Sua presença reforça o principal comentário social da obra: quando o heroísmo perde o rumo, o mundo é tomado por figuras que nem são vilões tradicionais, nem heróis — apenas forças destrutivas.
Assim, 666 é menos um personagem e mais um espelho sombrio do que Reino do Amanhã denuncia: um futuro onde o poder existe sem responsabilidade, e onde o símbolo da Besta é apenas mais um rosto na multidão de super-seres perdidos.
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Adicionado por
Márcio dos Santos
em 24/02/2017 16:20:00
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